És uma surpresa constante
Da minha liberdade.
Arriscaria dizer
Que és a personificação
Dela
E eu o amor
Que se pode ter por ti
Liberdade.
Estrada aberta
Vidro aberto
E crer desperto.
Sou mais eu
Com tudo que
Não é meu
E que me dás
Sem saberes.
Ou saberás?
Como não te amar
Sempre mais
E mais?
E mais Liberdade?
Ou será Amor?
"Fazes-me falta! As vezes que guardei Essas palavras em mim. Faltava-me a coragem E perdia-se algo de tanto Que se foi perdendo Pelo tempo. Guardei-as Segurando-me a mim. À mulher que Em mim cresceu. És amável homem meu. Gentil. (Saudade...) E a falta que fazes Enfim. E enfim que to digo. Porque me tenho Em toda E na soma das metades. Fazes-me falta! Porque me completas. Porque um abraço Ou o encosto Do corpo Ou o olhar Ou as conversas Do Ser São a simplicidade De sermos Apenas Amor. Fazes-me falta Se não tiver as tuas palavras. Fico com estas Que são minhas E que sinto como tuas. Desnudas-me O silêncio E a consciência De que somos Esta poesia. Esta falta que de ti Sentia." Fazes-me falta!
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