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A mostrar mensagens de junho, 2017

Amor, sonha-nos!

Sei que por agora Dormes. Fechaste os olhos Do amor todo Com que te entregas Ao dia. Aos dias. Espero que te tornes O meu sonho concretizado. Amanhã E nos restantes dias. Assim com a simplicidade De quem sonha De tudo o que ama Quando toma o dia No seu peito. Beijo-te o peito. Fecho os olhos E sorrio-te. Eu sei que sorris nos Sonhos. Amor, Sonha-nos!
Não tenho tido Tempo para te trazer As palavras que sei Sobre ti. Existem poemas Por te escrever E não quero o tempo Se depois perco As palavras de nós. Do poeta E da perdição de nós Por fim. Amar é coisa séria E eu quero-te um poema Leve. Que te transformes Em odes E intemporalidade. Não será tarde amor. Não perderei A oportunidade De me deleitar com o teu Sorriso. Como sorris com os Olhos. Escrevo para que saibas Que em mim havia Já um poeta esperando-te. Um simples homem Que ama também as palavras E o poema que me és Agora.
Comprometo-me a cada instante Te perder. Como não deixar De ser eu Se é de mim Que te deixas ser? Sou vulcão activo Pronto a arder com A banalidade. Com os dias seguros. Ainda que venham Calmos Os dias são a nossa parte De fazermos Tempo Para mais tempo perder. Perde-te em mim Com o fogo Em que já te querias Queimar. Ou em lume brando De se arder.

Lei da Atração dos Corpos

Cheguei. Uma vez mais Provaste a teoria Da atração dos Corpos. A minha massa E a tua Em órbita Descendente Ao mais profundo De nós. Alinharam-se os astros. Gritamos de viva Voz O murmúrio Dos amantes secretos. Entrei em ti Já aberto Com um universo Rasgado Para o teu a Regresso. Já éramos Num retorno infinito Onde a matéria Deu lugar ao corpo. A dois corpos E ao nosso Desejo e acerto. Ao nosso primeiro Regresso. Voltas e mais voltas Dum infinito e apenas Nosso universo.
Se eu não te quisesse Havia tristeza no mundo. Se um mundo inteiro pudesse Viajaria ao mais profundo De um coração. De Esse. E se eu dissesse Que o meu mundo Estremece Quando do teu Chega brisa? É fresca e incita Aos sopros de coração. O meu. Que já não rodava em si. E se rodava Era tempo que esperava De ti. Movimento de rotação Em volta de um coração. Movimento de translacção Em volta do teu. És sol. Mais do que um mundo, Astro de arder Brisas. Todas de que o meu Mundo precisa E gira. Brisas ao meu coração Tão precisas Como os sopros De coração o são. Sol das minhas Amadas brisas.

Sei de ti

Olho-te! Desejo-te! Como da primeira vez. Como se fora a primeira Vez que me apaixonava. Há uma constante. Uma crescente E melhor do que dantes. Os teus olhos Olham-me. O teu sorriso Guarda-se meu No meu coração. Pára o mundo lá fora. O tempo demora A perceber Como nos esperámos. Como nos "reencontrámos". Éramos dantes Da vida. Da génese. Do infinito. Somos o Agora Que esperou sempre. De repente olhas-me E eu enamoro-me Como da primeira vez. É assim que me vês. É assim que eu te vejo. Como da primeira vez. VAz Dias #palavradejorge