Fechei os olhos
E pedi um bem.
Uma prece
De quem nada tem
E nada a almejar.
Só pedir um bem
Por bem.
Secretamente
Jurar devolver
A dobrar.
Ou com vontade
Sem fim.
Eternamente.
Pedi alguém como tu.
Mas não esperei.
Segui.
E chegaste.
A dobrar de bem
De quem nada tem
Senão as mãos abertas
Em prece
E para dar.
E recebi em dobro.
Recebi-te.
Recebo-te.
Redobro
Em frente.
Constante
E permanente.
De falha
Mas humano
Em tempo crescente
Até ao minguante
Tempo.
De te dar.
De mim te dar.
Com o pouco
Que tudo pode representar.
Sem falsa modéstia
E com erros
De acrescentar.
Ser o que sou
Sem maquilhagem
De me representar.
Ser-te o bem
Do bem
A que me andas a convocar.
Cada dia aprendo
Contigo e que é dar.
Cada dia abro mão do passado
Para de ti receber a dobrar.
Só tenho tempo
Para te dar
O que mereces guardar.
Mãos abertas
Para sempre se voltar.
Melhor.
Errante modelo
De te poder recompensar
Com amor.
Simplesmente
Aprender contigo
A de novo amar.
E pedi um bem.
Uma prece
De quem nada tem
E nada a almejar.
Só pedir um bem
Por bem.
Secretamente
Jurar devolver
A dobrar.
Ou com vontade
Sem fim.
Eternamente.
Pedi alguém como tu.
Mas não esperei.
Segui.
E chegaste.
A dobrar de bem
De quem nada tem
Senão as mãos abertas
Em prece
E para dar.
E recebi em dobro.
Recebi-te.
Recebo-te.
Redobro
Em frente.
Constante
E permanente.
De falha
Mas humano
Em tempo crescente
Até ao minguante
Tempo.
De te dar.
De mim te dar.
Com o pouco
Que tudo pode representar.
Sem falsa modéstia
E com erros
De acrescentar.
Ser o que sou
Sem maquilhagem
De me representar.
Ser-te o bem
Do bem
A que me andas a convocar.
Cada dia aprendo
Contigo e que é dar.
Cada dia abro mão do passado
Para de ti receber a dobrar.
Só tenho tempo
Para te dar
O que mereces guardar.
Mãos abertas
Para sempre se voltar.
Melhor.
Errante modelo
De te poder recompensar
Com amor.
Simplesmente
Aprender contigo
A de novo amar.
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